O TRT da 2ª Região (TRT-2) realizou, nessa terça-feira (2/6), a quarta edição do projeto “Café com Cejusc”, no Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejusc-JT) da Baixada Santista. O evento, promovido pela Vice-Presidência Administrativa, reuniu magistrados, procuradores, advogados, sindicalistas e representantes de empresas locais para debater a cultura da conciliação, em especial, as vantagens da Reclamação Pré-Processual (RPP). Confira o álbum de fotos.
O encontro, conduzido pelo vice-presidente administrativo do TRT-2, desembargador Antero Arantes Martins, contou com a participação da juíza auxiliar da vice-presidência do Tribunal Superior do Trabalho, Déa Marisa Brandão Cubel Yule; da juíza coordenadora do Cejusc Baixada Santista, Erika Bulhões Cavalli de Oliveira; da procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho da 2ª Região, Vera Lúcia Carlos; da procuradora-geral do município de Santos, Renata Arraes; do procurador do trabalho de Santos, Cesar Henrique Kluge; e da representante da Associação dos Advogados Trabalhistas de Santos, Vanessa Morresi.

Durante a roda de conversa, o vice-presidente administrativo do TRT-2, desembargador Antero Arantes Martins, destacou a importância da cooperação interinstitucional para a solução de conflitos trabalhistas. Ele defendeu que os mecanismos de conciliação atuam de forma complementar e colaborativa com a advocacia e os sindicatos.
O magistrado detalhou as vantagens da Reclamação Pré-Processual (RPP), procedimento simplificado que busca a solução de controvérsias antes da abertura de um processo, classificando-a como uma ferramenta célere e de baixo custo para o saneamento de disputas.”A mediação e a RPP não vêm para ser uma concorrência para a advocacia ou uma ameaça, mas como uma porta a mais para a solução dos problemas”, enfatizou.
Segundo a juíza do trabalho do TRT-24, Déa Marisa Brandão Cubel Yule, que participou de forma remota, o Cejusc se consolidou como um espaço qualificado para a escuta ativa, o acolhimento e a construção consensual de respostas aos conflitos trabalhistas. “A mediação e a conciliação não devem ser vistas como meios alternativos, mas como vias tão adequadas quanto a própria sentença judicial”, afirmou.
Cronograma das próximas edições:
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8/6: Cejusc Zona Sul
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15/6: Cejusc Guarulhos
